quinta-feira, 24 de maio de 2012

QUEBRANDO A BANCA: IADES

Dentre os aprovados em concursos públicos, é difícil encontrar quem não diga que além de muita preparação, é preciso que o candidato saiba como fazer provas de certames. Muitas vezes concurseiros bem preparados não se classificam por não terem intimidade com a forma como as questões são cobradas nas provas
 
O inimigo do candidato é a banca examinadora. Para vencê-la, será necessário conhecê-la profundamente, traçando minucioso estudo de suas características, pensamentos, peculiaridades, preferências. Começaremos pela IADES, a banca responsável pelo certame da PMDF.
Vamos começar pela matéria que está presente em todos os concursos e, em geral, é a de maior peso na nota final: Língua Portuguesa.

- ABORDAGEM: Gramática normativa e linguística textual.


- CARACTERÍSTICAS: Textos longos. As questões privilegiam o conhecimento gramatical do candidato.


- TEMAS RECORRENTES: Tendência: temas relacionados à área de atuação do órgão, instituição etc. Caso seja Conselho Federal de Administração, os temas serão da área administrativa.


- O QUE COBRA: Correção gramatical das reescrituras.

Acentuação e ortografia vigentes. Período simples e composto. Colocação pronominal. Valores semânticos das preposições.
Agora, vamos ao Direito Administrativo. Qual é o doutrinador mais citado pelas bancas na área que é minha especialidade e que leciono para concursos públicos há mais de 22 anos? Se você respondeu Maria Sylvia Zanella DI PIETRO, acertou a questão. Confira outras informações:

Doutrina: Sim (metade)

Jurisprudência: Pouco ou nada

Lei seca (texto legal): Muito (metade)

Autores mais citados: Hely Lopes e Maria Sylvia
O Direito Constitucional é outra disciplina de grande peso em inúmeros concursos públicos. A comparação entre as principais bancas de provas para concursos mostra que, nesta matéria, o autor mais citado é Alexandre de Moraes. Saiba também como os examinadores se comportam quanto aos conteúdos de doutrina e jurisprudência:

Doutrina: Pouco

Jurisprudência: Médio

CF "seca": Muito

Autores mais citados: Pontes de Miranda

Por fim, vamos analisar uma disciplina que pode ser o diferencial para a aprovação num concurso público: Informática - hoje um conhecimento essencial no cotidiano da grande maioria das pessoas, sendo cobrado cada vez com maior rigor por todas as bancas examinadoras. Portanto, preste bem atenção no que vou mostrar. Por exemplo: o conteúdo mais cobrado pelo Cespe é o MsOffice (Word, Excel). Já a Esaf tem predileção por Hardware, Redes e Internet, Linux e Segurança da Informação.

Conteúdo mais cobrado: Word, Internet, Web, Windows Vista.

Grau de dificuldade da questão: Baixo

Destaque a ser dado pelo candidato: Recursos básicos Microsoft, Word 2007.

Prof. Granjeiro


terça-feira, 22 de maio de 2012

Juiz garante a nomeação de aprovado em 1º lugar em concurso

O juiz da 25ª Vara Cível de Brasília concedeu Mandado de Segurança para garantir a nomeação de aprovado em primeiro lugar em concurso.

O requerente foi classificado em 1º lugar para cargo de geólogo no concurso público para o quadro de pessoal de FURNAS. Argumentou que atualmente existe a vaga de geólogo em Aparecida de Goiânia, porém a referida vaga está preenchida ilegalmente, inclusive com o conhecimento do TCU. O classificado pediu em caráter liminar, a reserva de vaga para o cargo em que fora aprovado.

A empresa sustenta que não há ilegalidade na contratação de servidores sem concurso público, que o aprovado possui apenas expectativa de direito, e que o concurso foi prorrogado até 2017. Alegou que o Poder Judiciário não pode intervir nos atos da administração e no mérito administrativo.

O juiz decidiu que diante da iminência do fim do prazo de prorrogação do concurso, restou plenamente configurada a presença dos pressupostos para a reserva de vaga, já que ostenta nítido caráter cautelar. Como se aproximava o término do prazo de prorrogação do concurso, havia risco de ineficácia caso não fosse garantida a reserva de vaga.

Segundo ele, "é certo que a jurisprudência evoluiu para reputar não mais como expectativa de direito, mas sim como direito do aprovado dentro do número de vagas à nomeação ao cargo e atos e direitos subseqüentes. Com base em prova documental, demonstrou o impetrante a presença do direito líquido e certo à nomeação. No caso, sendo o impetrante o 1º colocado para o cargo em destaque, a nomeação dever ser imediata".

Cabe recurso da sentença.

Nº do processo: 2012.01.1.039438-7

Fonte: Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios

sábado, 19 de maio de 2012

Universidade deve colar grau e expedir certificado a aluno aprovado em concurso

 
O Centro Universitário de Brasília - Uniceub será obrigado a promover a colação de grau de estudante no Curso de Letras, bem como expedir o certificado de conclusão do curso. A decisão foi do juiz da 16ª Vara Cível de Brasília.

O aluno prestou concurso para o cargo de Professor de Magistério Superior da Universidade de Brasília - UnB, e foi aprovado em primeiro lugar. Um dos requisitos para o exercício do cargo é a graduação no Curso de Letras, o qual fora concluído no Uniceub. Ficou pendente apenas a colação de grau para o autor obter o certificado de conclusão no Curso de Licenciatura em Letras.

O estudante diz ter requerido ao Uniceub a colação de grau em caráter extraordinário, para complementar a documentação exigida no edital do concurso. Seu pedido, no entanto, foi indeferido, sob a alegação de que o semestre letivo só se encerraria em 30/6/2011. Afirma que o curso foi concluído, e que ele nada mais deve à universidade, faltando apenas a colação de grau para que o referido documento seja expedido. O art. 47, § 2º, da Lei 9394/1996 prevê a possibilidade de abreviação do curso. Além disso, o estudante afirmou que o Uniceub sempre realizou colação de grau antecipada para os alunos que necessitam.

Em contestação, o Uniceub alegou que a pretensão do autor é ilegal, pois a cerimônia de colação, nos termos da legislação vigente, deve ser marcada pela instituição. Informou que o fato do autor ter concluído o curso não lhe dá direito de colar grau na data desejada, mas, sim, naquela estabelecida pela instituição de ensino e que obedeceu a decisão antecipatória de tutela colando grau do autor.

O juiz da 16ª Vara Cível de Brasília julgou procedente o pedido e determinou ao réu que promova a colação de grau do autor no Curso de Letras, bem como expeça o respectivo certificado de conclusão. Cabe recurso da sentença.

Nº do processo: 2011.01.1.066293-0

segunda-feira, 14 de maio de 2012

CCJ vota proibição de concurso para cadastro de reserva


Projeto de lei do Senado que proíbe a realização de concurso público exclusivamente para a formação de cadastro de reserva será examinado pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) na reunião da próxima quarta-feira (16). A proposta, de autoria do ex-senador Expedito Júnior (PR-RO), foi aprovada na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) e segue para a decisão terminativa da CCJ.

A proposta (PLS 369/2008) obriga a indicação expressa nos editais de concursos públicos do número de vagas a serem providas. A medida, de acordo com o projeto, será observada em concursos de provas ou de provas e títulos no âmbito da administração direta da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios. De acordo com a proposição, tal cadastro de reserva será permitido somente para candidatos aprovados em número excedente ao de vagas a serem preenchidas.

Na opinião de Expedito, a realização de concursos públicos sem que haja qualquer vaga a ser preenchida contraria os princípios da moralidade, impessoalidade e eficiência ao criar nos candidatos falsas expectativas de nomeação. O autor lembra a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que determinou a obrigatoriedade de provimento dos cargos anunciados em edital de concurso público.

No mesmo sentido, o relator do projeto na CCJ, senador Aécio Neves (PSDB-MG), repudiou a abertura de concurso sem que ocorra necessidade administrativa demonstrável pela existência de cargos vagos, frisando que a ?insensibilidade e desrespeito? da administração pública trazem insegurança ao candidato:

?Ainda mais grave é submeter o concursando ao desgaste de um longo período de preparação, durante o qual incorre em despesas e sacrifícios pessoais e não raro familiares. Gasta com cursos preparatórios, às vezes com o abandono do emprego para dedicação integral aos estudos e, finalmente, com os valores cobrados para poder realizar as provas. Depois disto tudo, aprovado, passa a viver a expectativa e a incerteza da admissão ao emprego para o qual se habilitou?, diz o relatório.

Fonte: Agencia Senado

sábado, 12 de maio de 2012

Novo CP: juristas aprovam responsabilidade penal de empresas e tipificam atos de milícias


A comissão que elabora o anteprojeto do novo Código Penal aprovou nesta sexta-feira (11) proposta que cria a responsabilização penal da pessoa jurídica por atos praticados contra a ordem econômica e financeira e contra a economia popular, bem como pelas condutas e atividades consideradas lesivas ao meio ambiente e à administração pública. Atualmente, não há responsabilidade penal da pessoa jurídica no Brasil, exceto em relação ao meio ambiente.

A mudança foi saudada como uma grande inovação pelo presidente da comissão. O ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Gilson Dipp acredita que, com isso, será preenchido um vácuo na legislação. Quando se sabe que é uma infração à norma penal, e não apenas administrativa, existe um peso, um estigma, um caráter único e maior, diferente do civil. Isso repercutirá junto às empresas e aos seus dirigentes pelas consequências que tem, comentou.

As penas preveem multa, restrição de direitos, prestação de serviços à comunidade e perda de bens e valores.

 Entre as penas restritivas de direito, estão previstas a suspensão parcial ou total de atividades; a interdição temporária de estabelecimento, obra ou atividade; a proibição de contratar com o poder público e de obter subsídios, subvenções ou doações, bem como de contratar com instituições financeiras oficiais.

Outra inovação aprovada é a possibilidade de responsabilizar a pessoa jurídica independentemente da responsabilização das pessoas físicas o que a jurisprudência atual não reconhece.

O relator do anteprojeto, procurador-regional da República Luiz Carlos Gonçalves, explicou que, pela proposta, uma empresa que comande a prática de atos de corrupção receberá também sanções penais compatíveis com a sua natureza. Há esse sentimento de que muitas vezes a pessoa jurídica se vale de funcionários como laranjas, que depois até são responsabilizados, mas a pessoa jurídica sai ilesa, comentou.

A norma teve a seguinte redação: As pessoas jurídicas de direito privado ou empresas públicas que intervém no domínio econômico serão responsabilizadas pelos atos praticados contra a administração púbica, a ordem econômica e financeira, contra a economia popular, bem como pelas condutas e atividades consideradas lesivas ao meio ambiente, nos casos em que a infração seja cometida por decisão de seu representante legal ou contratual, ou de seu órgão colegiado, no interesse ou benefício da sua entidade.

Milícia

Outra grande inovação foi a aprovação de um tipo penal que caracteriza as milícias como modalidade de organização criminosa. O ministro Dipp recordou a reunião que a comissão de juristas teve com secretários de segurança pública, em fevereiro, em que eles reivindicaram de forma unânime a tipificação da prática de milícias. É um avanço, porque são condutas que não existiam antes e que apenas nos dias de hoje vemos a necessidade de que sejam configuradas no Código Penal, afirmou.

Foi tipificada a conduta de exercer, mediante violência ou grave ameaça, domínio ilegítimo sobre espaço territorial determinado, especialmente sobre os atos da comunidade ou moradores, mediante a exigência de entrega de bem móvel ou imóvel a qualquer titulo ou valor monetário periódico.

O tipo vale para os casos em que policiais exigem vantagens pela prestação de serviço de segurança privada, transporte alternativo, fornecimento de água, energia elétrica, sinal de televisão, internet, venda de gás liquefeito de petróleo, ou qualquer outro serviço ou atividade não instituída ou autorizada pelo poder público.

A pena será de quatro a 12 anos de prisão maior que a pena prevista para organização criminosa, de três a dez anos. O procurador Gonçalves disse que a milícia se caracteriza pelo domínio territorial ilegítimo de um lugar. Ela domina aquele lugar, como se fosse o poder público, e acaba constrangendo as pessoas mediante violência, explicou.

Crime continuado

A comissão aprovou mudança no artigo 71 do CP, que trata do crime continuado. Pela regra atual, quando a pessoa pratica vários crimes da mesma espécie, no mesmo local, com as mesmas condições, a pena do mais grave é triplicada, o que por vezes era benéfico, como nos casos de chacina. Pela sugestão dos juristas, essa fórmula não se aplicará aos casos de crimes dolosos que causem morte ou aos crimes de estupro contra vítimas diferentes. Nesses casos, as penas serão somadas.

Tempo máximo

O limite máximo de cumprimento de pena ficou mantido em 30 anos. Nesse ponto houve grande debate e os juristas levaram em conta argumentos como o aumento da expectativa de vida da população brasileira desde 1940, ano do Código Pena atual, e a falta de estrutura carcerária brasileira.

No entanto, a comissão aprovou alteração para o caso de o preso, já no cumprimento da pena, cometer novo crime. Nesse caso, a unificação de pena seguirá a seguinte norma: Sobrevindo condenação por fato posterior ao início do cumprimento da pena, ao restante da pena ainda por executar somar-se-á pena imposta pelo novo crime, limitada a unificação em 40 anos.

O procurador Gonçalves contou que o crime organizado utiliza-se do mecanismo atual para cooptar presos que já estão cumprindo a pena máxima (30 anos). Como está hoje, se o preso praticasse um novo crime no primeiro dia de cumprimento de pena, apenas um dia seria acrescido na pena desses detentos. Isso faz com que o crime organizado alicie esses presos até mesmo para assumir autorias de crimes, revelou o relator do anteprojeto. Com a mudança, a nova pena será somada à anterior, respeitado o limite de 40 anos para cumprimento.

Livramento condicional

Ainda na parte de cumprimento de pena, a comissão aprovou a revogação do livramento condicional, porque entendeu que estava concorrendo com a progressão de regime. Porém, incluiu na proposta do novo Código Penal uma determinação de que, se por culpa do poder público, não se assegurar ao apenado o direito a cumprir pena no regime semiaberto, ele progredirá diretamente ao regime aberto.

O poder público tem que construir os estabelecimentos adequados ao cumprimento da pena. E se não age nesse sentido, e o preso tiver direito, irá para o regime menos gravoso, explicou o procurador Gonçalves.

Indígena

Os juristas decidiram também aplicar aos indígenas as disposições do erro sobre a ilicitude do fato. A regra será válida quando o índio pratica o ato de acordo com as crenças, tradições ou costumes de seu povo. Nesses casos, o cumprimento da pena, quando possível, se dará em semiliberdade ou regime mais favorável, no local de funcionamento da Funai mais próximo à aldeia.

A comissão aprovou também a obrigatoriedade do laudo antropológico para auxiliar o juiz no julgamento. Na medida em que for compatível com a proteção dos direitos humanos, o indígena deverá ser penalizado segundo as tradições de sua cultura.

Relações de consumo

Um novo título foi criado na proposta do Código Penal para abrigar 17 artigos sobre crimes contra as relações de consumo. Os juristas compilaram sete leis que trazem, atualmente, condutas lesivas aos consumidores, especialmente à saúde. Entre os tipos está, por exemplo, o emprego na reparação de produto de peça ou componente usado, sem autorização do consumidor, tornando o produto nocivo ou perigoso. A pena será de seis meses a dois anos de prisão.

Favorecer ou preferir, sem justa causa, algum comprador também renderá pena idêntica no máximo dois anos de prisão. O procurador Gonçalves explicou que a pena não deverá ultrapassar esse teto, nos crimes contra as relações de consumo, para que as ações possam ser decididas nos Juizados Especiais Criminais.

Próximas reuniões

A comissão, formada por 15 juristas, volta a se reunir no Senado no dia 21 de maio, às 10h. Também estão previstos encontros nos dia 25 e 28 deste mês. O texto do anteprojeto do novo Código Penal será entregue à presidência do Senado no final do mês de junho.
Fonte da pesquisa: Coordenadoria de Editoria e Imprensa do STF.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Decisão reconhece direito à ajuda de custo de servidor removido à pedido

Observe decisão firmada no âmbito do Tribunal Regional Federal da Primeira  Região, que apresenta uma nova leitura do instituto da remoção admitindo-se a ajuda de custo  mesmo na hipótese do servidor ter sido removido  a pedido. É importante ressaltar que a  Lei 8112/90, no tocante a remoção, prevê a ajuda de custo somente na hipótese de remoção de ofício para atender  o  interesse da Administração.  No entanto, a decisão em destaque, a seguir reproduzida, abre um precedente ao estender  a verba indenizatória a hipótese de remoção a pedido, ao firmar o raciocínio de que ? presume-se subsistente o interesse público na remoção do servidor, ainda que tal ato decorra de competência discricionária, pois também atende a interesse da Administração, a par da satisfação do interesse privado, tanto que a própria Pública Administração disponibiliza a vaga e aquiesce na relotação do funcionário.? Eis a  ementa da decisão:

Dados Gerais

Processo: REOMS 7123 MG 1998.01.00.007123-1
Relator(a): JUIZ FEDERAL MANOEL JOSÉ FERREIRA NUNES (CONV.)
Julgamento: 03/06/2003
Órgão Julgador: PRIMEIRA TURMA SUPLEMENTAR
Publicação: 23/06/2005 DJ p.67

Ementa

ADMINISTRATIVO. MANDADO DE SEGURANÇA. REMOÇÃO A PEDIDO. DIREITO A AJUDA DE CUSTO. INTERESSE DO SERVIÇO. "CAPUT" DO ARTIGO 53 DA LEI Nº8.112/90.

1. "A ajuda de custo destina-se a compensar as despesas de instalação do servidor que, no interesse do serviço, passar a ter exercício em nova sede, com mudança de domicílio em caráter permanente" (caput do artigo 53 da Lei nº 8.112/90).

2. A remoção do servidor, mesmo que a pedido, não exime o Poder Público de arcar com o benefício previsto no caput do artigo 53 da Lei nº 8.112/90 (ajuda de custo), porquanto presume-se subsistente o interesse público na remoção do servidor, ainda que tal ato decorra de competência discricionária, pois também atende a interesse da Administração, a par da satisfação do interesse privado, tanto que a própria Pública Administração disponibiliza a vaga e aquiesce na relotação do funcionário.

3. Remessa oficial desprovida.

 

segunda-feira, 7 de maio de 2012

15 DICAS PARA APROVEITAR SEU TEMPO DE ESTUDO!

1 - Escolha um local calmo, arejado e iluminado para estudar. Evite barulhos que possam despertar sua atenção. Não deixe rádio ou TV ligados, a hora de estudar exige concentração total;

2 - Escolha também cadeira e mesa confortáveis. Conforto é importante mas não exagere! Nunca estude deitado pois assim o sono pega.

3 - Organize-se! Deixe sempre por perto seu material para não ter que ficar levantando a toda hora para procurá-lo. Isso tira sua concentração e faz seu rendimento cair.

4 - Procure estudar todos os dias num mesmo horário. Assim você cria o hábito de fazer as tarefas diariamente.

5 - Escolha para estudar o período do dia em que normalmente você já não faz nada ou tem poucas atividades. Assim a probabilidade de ser atrapalhado por qualquer coisa fica bastante reduzida.

6 - Dê prioridade aos seus estudos. Se surgir algum programa, passeio, telefonema de amigos, ou outra coisa não fure os estudos. Seja persistente, estude primeiro e vá depois. Se deixa de estudar um dia por um motivo, outro dia por outro motivo, daqui a pouco não estuda mais e o rendimento começa a despencar.

7 - A aula é momento privilegiado de estudo. Não perca aulas nem saia mais cedo da aula.

8 - Nunca deixe para amanhã a dúvida que você pode tirar hoje. Procure os professores após a aula, nos intervalos. Trocar idéias com os colegas também pode ser uma boa, sempre um acaba ajudando o outro e assim todos crescem.

9 - Não fique querendo decorar tudo. Estude para aprender. Só assim você será capaz de manipular seu conhecimento com criatividade. A tendência dos concursos é cobrar cada vez mais raciocínio e manipulação de idéias. É uma espécie de movimento conjunto cujo lema bem poderia ser *abaixo aluno bitolado.

10 - Cultive o hábito de boas leituras. Muitas questões têm sido formuladas em cima de acontecimentos recentes e assuntos que vêm sendo amplamente discutidos nos principais jornais e revistas do país. Além disso a boa leitura ajuda a melhorar sua compreensão de textos e sua capacidade de expressão, requisitos importantíssimos para fazer uma boa prova de qualquer matéria.

11 - Não perca nenhum exercício. Eles são oportunidades ímpares de você treinar a situação de prova aprendendo a controlar suas emoções, controlar o tempo e desenvolver métodos mais eficientes de ataque e resolução das questões.

12 - Não se esqueça dos momentos de lazer. É necessário haver uma compensação. Se você passa muito tempo concentrado(a). estudando, também precisa descontrair.

13 - Evite qualquer coisa que provoque estresse. É preciso saber dosar sua energia.

14 - Fique de olho nos informativos de concursos e procure saber, desde o início, mais ou menos as datas costumam abrir as inscrições. Assim você já fica preparado(a) e evita correrias de última hora.

15 - Acredite em você! Todo dia repita mentalmente:eu sou bom aluno e a cada dia construo um pouco do meu futuro É muito importante ter autoconfiança e, é claro, autoconfiança começa com a aplicação e estudos diários.